Eles só pensam em melar investigações - Os métodos de Lula, Cardozo, Romano, Odebrecht, Toffoli e seus comparsas
Enquanto este blog lia a mente do Brahma, as notícias sobre tentativas de
melar investigações pipocaram mais uma vez.
1) O ministro José Eduardo Cardozo decidiu apurar o vazamento do relatório do Coaf
sobre a empresa de palestras do Lula, que basearam a matéria da
última edição de VEJA. O foco declarado da investigação da Polícia
Federal é a violação do sigilo legal dos dados fiscais do Brahma. O foco real é
desviar a atenção do fato de ele ter recebido 27 milhões de reais, 10
milhões de empreiteiras do petrolão.
Cardozo age a pedido do próprio Lula, como seu
Instituto deixou escapar ao divulgar a lista de clientes da LILS. Os dois são
velhos companheiros de Foro de São Paulo, como já mostrei aqui.
2) A PF informou que Alexandre Romano, ex-vereador do PT
apontado como arrecadador de R$ 40 milhões em propina a partir
de contratos ligados ao Ministério do Planejamento, pode ter desviado
provas da Lava Jato. Chambinho, como é conhecido, foi flagrado por câmeras
de segurança do condomínio onde mora, em São Paulo, retirando mala de
um apartamento de sua propriedade dias antes da deflagração da 18ª fase da
operação, batizada de Pixuleco II, que o levou preso.
As buscas no apartamento foram consideradas “infrutíferas”.
2) A PF informou que Alexandre Romano, ex-vereador do PT
apontado como arrecadador de R$ 40 milhões em propina a partir
de contratos ligados ao Ministério do Planejamento, pode ter desviado
provas da Lava Jato. Chambinho, como é conhecido, foi flagrado por câmeras
de segurança do condomínio onde mora, em São Paulo, retirando mala de
um apartamento de sua propriedade dias antes da deflagração da 18ª fase da
operação, batizada de Pixuleco II, que o levou preso.
As buscas no apartamento foram consideradas “infrutíferas”.
Em depoimento à PF, pelo menos, Chambinho não deixou dúvidas quanto ao destino do dinheiro
desviado pela empresa Consist: os cofres do PT. “Seria um repasse para ‘ajudar
eles’, ou seja o PARTIDO DOS TRABALHADORES”.
O juiz Sergio Moro decretou sua prisão preventiva.
3) No dia em que Marcelo Odebrecht foi preso, três
mulheres entraram em seu escritório e sumiram com seu
computador pessoal antes da chegada da PF. A terceira delas foi a diretora da
Odebrecht Participações e Engenharia, Marta Pacheco Kramer. As outras duas são
descritas como secretárias.
Este blog já descreve as três como as “Chambinhas” da
Odebrecht.
4) O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu discutir a validade do acordo de delação
premiada firmado pelo doleiro Alberto Youssef, um dos principais colaboradores
da investigação do petrolão.
A decisão – adivinhe – é do ministro Dias Toffoli, relator
de um pedido feito pela defesa de Erton Medeiros Fonseca, executivo da Galvão
Engenharia, para anular o aval de outro ministro, Teori Zavascki, ao acordo que
Youssef fez com o Ministério Público Federal. O autor do questionamento é José
Luís de Oliveira Lima, ex-advogado de José Dirceu, por sua vez ex-chefe de Dias
Toffoli na Casa Civil.
O STF não deverá anular o acordo, mas o jogo de cena revela
mais uma vez os métodos da companheirada.
Felipe Moura Brasil
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